sábado, 18 de fevereiro de 2012

A espera de um milagre

Leia Mateus 8.1-17

O filme “A Espera de um milagre” conta a história de um grande homem. John Coffey. Ele é preso injustamente acusado de ter matado duas menininhas, irmãs gêmeas. A verdade é que John tem um dom especial. Ele aspira a doença das pessoas as libertando e depois cospe aquele mal. No momento que John está com as meninas, uma de cada lado, ele está tentando salvá-las. Mas era tarde, John não conseguiu absorver a enfermidade das meninas porque já estavam mortas.
Após assoprar o Ensino do Reino dos céus sobre seus discípulos e todos que o quiseram ouvir, Jesus passa a aspirar as enfermidades daqueles que vem até ele atrás de um milagre. Tão logo que desce do monte, um leproso chega até ele, o adora e confiante de que Jesus tem poder, mas pode decidir não fazer ele pede: “Senhor, se quiser podes purificar-me”. Jesus o purifica e, cumprindo a lei, o manda ao sacerdote para cumprir as leis cerimoniais da purificação e servir de testemunho ao povo.
Depois disso, um centurião romano tem um criado seu curado apenas pela palavra de Jesus e é usado como ensinamento para os discípulos. Jesus diz não ter visto fé como esta em Israel e anuncia que o Reino dos céus não para aqueles que confiam que porque são descendência de Abraão já está tudo certo. O Centurião é a pintura do que o Reino dos céus veio promover: A Abertura do Reino à todas as nações. Do oriente ao ocidente.
Após o episodio do Centurião Jesus absorve a febre da sogra de Pedro e esta, tendo sido curada, passa a servi-los.
As curas realizadas por Jesus são muito mais que a expressão externa de um poder. São a expressão interna do Deus que se compadece. Do Deus que se entrega. A profecia de Isaías usa duas palavras que deixam claro que as doenças curadas eram TOMADAS e CARREGADAS por Ele. Jesus as absorvia. Não quer dizer que Ele andava encurvado como um quase morto, mas que absorvia sobre si a consequência terrível do pecado do Eden, quando homem e mulher resolvem ser independentes de Deus. Diferente do John Coffey, Jesus não abria a boca para aquele mal sair, entretanto, foi na cruz, através da morte, que o peso do pecado do homem carregado por Jesus (fique claro que Jesus não teve pecado nem tem) foi lançado fora. Até a cruz ele foi aquele de Isaias 53.3: “homem de dores e que sabe o que é padecer”. Nessa hora eu me pergunto: Se o dom de curar exigisse que o “curador” recebesse em si a doença, quantos iriam querer esse dom?
Jesus é SENSACIONAL mesmo. Que COMPAIXÃO. Que MISERICORDIA. Quem AMOR. Que ENTREGA. Que EMPATIA. Que DEUS. Ele é DIFERENTE. É ÚNICO. Ele é o nosso Deus Emanuel. Ele acolhe o MARGINALIZADO leproso. Ele insere no Reino o Centurião que não tem origem no Abraão dos Judeus. Ele atenta para a febre da sogra de Pedro. Ele recebe os enfermos e endemoninhados que são trazidos a ele e os liberta. Ele é JESUS CRISTO.
Até!

Um comentário:

Edélvio Coelho Lindoso disse...

Continuo insatisfeito por ver o negão bom caráter morrer inocentemente sem explicaçãp plausível, no decorrer do filme.

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